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PTEN

Geoprocessamento e inteligência geoespacial

Análise espacial para licenciar, implantar, adquirir e monitorar: restrições ambientais, uso e cobertura do solo e mudanças no território, em mapas que sustentam decisão.

Bases
Relevo · hidrografia · uso e cobertura · imagens orbitais
Produtos
Mapa de restrições · quadro de áreas · série histórica
Referência
SIRGAS 2000 · UTM

O problema

A restrição que redesenha o projeto quase sempre já estava no mapa.

APP, declividade, vegetação nativa, unidade de conservação, cavidade: a maior parte das restrições que alteram um empreendimento pode ser lida antes do projeto, com bases públicas e método. Lida depois, vira retrabalho de engenharia e exigência do órgão.

O mesmo vale para o tempo. O que mudou na área, quando e quanto são perguntas que as imagens orbitais respondem com data, e com a mesma régua para todos os anos.

Para quem

  • Quem avalia um terreno, uma gleba ou uma área de expansão
  • Quem estuda traçado ou localização de estruturas
  • Quem precisa instruir um licenciamento com mapas técnicos
  • Quem acompanha área sob compromisso: recuperação, compensação, supressão autorizada

Demonstração

Borda urbana de Nova Serrana (MG): restrições e expansão, de 1985 a 2024.

Uma leitura territorial completa, feita só com bases abertas. Não corresponde a projeto, cliente ou imóvel: a área foi escolhida para mostrar o método.

Mapa técnico da área de estudo sobre imagem de satélite em tons de cinza quente: mancha urbana ao centro com contorno em bronze, rede de drenagem com faixa de 30 metros, encostas íngremes hachuradas, vegetação nativa pontilhada e curvas de nível
Mapa final da leitura: as mesmas camadas da sequência, sobrepostas. Escala gráfica de 2 km.

Camadas

  • Imagem Sentinel-2
  • Relevo sombreado
  • Curvas de nível
  • Drenagem derivada do relevo
  • Faixa de 30 m
  • Declividade a partir de 30%
  • Vegetação nativa (2024)
  • Área urbanizada

Demonstração · dados públicos

  1. Etapa 1 de 8

    O território

    A sede de Nova Serrana (MG) e o entorno rural, vistos pelo satélite em 27 de setembro de 2026. É o ponto de partida de qualquer leitura: o que existe no terreno, com data.

    Área de estudo
    11.094 ha · 12,6 × 8,8 km
    Imagem
    Sentinel-2 L2A, resolução de 10 m
    Apresentação
    Cor verdadeira convertida para os tons da marca
  2. Etapa 2 de 8

    A base geoespacial

    Todas as camadas são levadas para uma única grade, em SIRGAS 2000 / UTM 23S. A partir daqui cada dado ocupa o mesmo lugar, e área e distância são medidas em metros.

    Sistema de referência
    SIRGAS 2000 / UTM 23S (EPSG:31983)
    Quadrícula
    Linhas a cada 2 km
    Canto noroeste
    E 495 820 m · N 7 806 770 m
  3. Etapa 3 de 8

    Relevo

    O modelo digital de elevação entra na análise. As curvas de nível se formam da cota mais baixa para a mais alta, a cada 20 m.

    Altitude
    662 a 927 m
    Curvas de nível
    A cada 20 m; mestras a cada 100 m
    Fonte
    Copernicus DEM GLO-30, resolução de 30 m

    O sombreamento usa exagero vertical de 3 vezes: é recurso de leitura, não geometria do terreno.

  4. Etapa 4 de 8

    Drenagem

    A rede de drenagem é extraída do próprio relevo: por onde a água escoa quando a área de contribuição passa de 40 ha. O traço segue o escoamento, das cabeceiras para a saída.

    Extensão
    105,5 km em 136 trechos
    Critério
    Área de contribuição a partir de 40 ha
    Natureza do dado
    Rede inferida do relevo, não a hidrografia oficial
  5. Etapa 5 de 8

    Restrições

    Três leituras sobre a mesma grade: a faixa de 30 m ao longo da drenagem, as encostas com declividade a partir de 30% e a vegetação nativa mapeada em 2024.

    Faixa de 30 m
    646 ha
    Declividade a partir de 30%
    254 ha
    Vegetação nativa
    2.425 ha

    A faixa aplica o art. 4º, I, “a”, da Lei 12.651/2012 a uma drenagem inferida: não é delimitação legal de APP.

  6. Etapa 6 de 8

    O que mudou

    A classificação anual de uso e cobertura do solo mostra a área urbanizada avançando, ano a ano, sobre o que em 1985 era pastagem e formação florestal.

    Área urbanizada
    230 ha em 1985; 2.557 ha em 2024
    Origem do que foi incorporado
    66% pastagem; 26% formação florestal
    Fonte
    MapBiomas, Coleção 10, resolução de 30 m

    É classificação de cobertura do solo, não índice espectral.

  7. Etapa 7 de 8

    Síntese

    As camadas são sobrepostas. O que fica fora da área urbanizada e sem restrição mapeada é onde o estudo de alternativas começa; os cruzamentos mostram onde olhar primeiro.

    Sem restrição mapeada, fora da área urbanizada
    5.725 ha (52% da área)
    Faixa de 30 m já urbanizada
    134 ha
    Faixa de 30 m com vegetação nativa
    225 ha

    Sobreposição simples de camadas, sem ponderação de critérios.

  8. Etapa 8 de 8

    O mapa

    O produto é um mapa técnico com legenda, escala, sistema de referência e fontes, acompanhado do quadro de áreas. É leitura preliminar: em trabalho contratado, é refeita com as bases oficiais, a documentação do imóvel e a conferência em campo.

    Produtos
    Mapa de restrições · quadro de áreas · série histórica
    Escala de leitura
    Regional, com bases de 10 a 30 m

    Inteligência territorial para decisões de engenharia.

Demonstração · dados públicos
Produto técnico
Mapa de restrições e análise multitemporal de uso e cobertura do solo
Natureza
Leitura territorial preliminar, em escala regional
Aplicação
Triagem de áreas para implantação ou expansão; contexto para licenciamento e due diligence
Método e bases
Grade única em SIRGAS 2000 / UTM 23S. Relevo: Copernicus DEM GLO-30. Uso e cobertura: MapBiomas, Coleção 10, 1985–2024. Imagem: Sentinel-2 L2A de 27 de setembro de 2026. Drenagem extraída do relevo, com área de contribuição mínima de 40 ha.
Resultado entregue
Quadro de áreas por restrição, quatro mapas e série anual da área urbanizada
Origem
Produção H·MARIZ, com rotina própria e reprodutível

Área de estudo: 11.094 ha (12,6 × 8,8 km) em torno da sede municipal.

Mapa da área de estudo em tons de creme, cinza e bronze: mancha urbana ao centro, fragmentos de vegetação nativa ao redor, encostas íngremes em preto e faixas de 30 metros ao longo da rede de drenagem
Restrições sobrepostas à cobertura de 2024, com curvas de nível a cada 20 m.
  • Área urbanizada (2024)
  • Vegetação nativa (2024)
  • Declividade igual ou superior a 30%
  • Faixa de 30 m dos cursos d'água

Leitura de restrições

Quadro de áreas
Área de estudo11.094 ha
Faixa de 30 m ao longo de 106 km de drenagem646 ha6% da área
Declividade igual ou superior a 30%254 ha2% da área
Vegetação nativa2.425 ha22% da área
Área urbanizada2.557 ha23% da área
Fora da área urbanizada e sem restrição mapeada5.725 ha52% da área

As categorias se sobrepõem: a soma passa do total. A faixa de 30 m é a do art. 4º, I, “a”, da Lei 12.651/2012 para cursos d'água com menos de 10 m de largura, aplicada a uma drenagem inferida do relevo: não é delimitação legal de APP. O limite de 30% é o do art. 3º, parágrafo único, III, da Lei 6.766/1979: nesses terrenos, o parcelamento do solo urbano só é admitido com exigências específicas.

Expansão urbana, 1985–2024

A área urbanizada passou de 230 ha em 1985 para 2.557 ha em 2024: cerca de 11 vezes a área inicial. Do que foi incorporado, 66% era pastagem e 26% era formação florestal em 1985.

Área urbanizada por ano
01.5003.00019851995200520152024230 ha2.557 ha
Mapa da mancha urbana por período: núcleo de 1985 em preto ao centro e, em tons de bronze cada vez mais claros, as áreas incorporadas até 2024
Ano em que cada trecho da cidade passou a ser classificado como área urbanizada.
  • Até 1985
  • 1986–1995
  • 1996–2005
  • 2006–2015
  • 2016–2024

Sensoriamento remoto e monitoramento ambiental

A mesma área, vista pelo satélite em 27 de setembro de 2026. A imagem mostra o que existe; o índice de vegetação mede.

A mesma área, em duas datas.

Arraste a linha para comparar. As duas imagens passam pelo mesmo realce, para que a diferença seja do terreno e não do tratamento.

Duas imagens Sentinel-2 da mesma área em tons de cinza quente, de 2018 e de 2026: loteamentos novos aparecem nas bordas da cidade na data mais recente

Sentinel-2, composição em cor verdadeira convertida para os tons da marca. Resolução de 10 m.

NDVI calculado das bandas do vermelho e do infravermelho próximo. Quanto mais escuro, mais vegetação ativa.

Sentinel-2 L2A, resolução de 10 m, estação seca nas duas datas. O NDVI é índice espectral, calculado das bandas do vermelho e do infravermelho próximo; não é classificação de cobertura.

Mediana do NDVI por classe de cobertura: vegetação nativa 0,82; pastagem 0,50; área urbanizada 0,17.

  • Análise multitemporal de uso e cobertura do solo
  • Monitoramento de vegetação e de áreas em recuperação
  • Verificação de alterações em áreas sob compromisso
  • Índices espectrais como indicadores, com data
  • Interpretação de imagens integrada à vistoria de campo

Fontes

  • Uso e cobertura: Projeto MapBiomas – Coleção 10 da Série Anual de Mapas de Cobertura e Uso da Terra do Brasil, acessado em 8 de outubro de 2026 através do link: https://brasil.mapbiomas.org (CC BY 4.0).
  • Relevo: produzido com Copernicus WorldDEM-30 © DLR e.V. 2010–2014 e © Airbus Defence and Space GmbH 2014–2018, fornecido sob COPERNICUS pela União Europeia e pela ESA; todos os direitos reservados. As organizações responsáveis pelo programa Copernicus não respondem por qualquer uso desses dados.
  • Imagem: contém dados Copernicus Sentinel modificados (2026), acessados pelo catálogo Earth Search (Element 84).

Limites desta leitura: bases de 10 a 30 m de resolução, sem levantamento topográfico, sem base hidrográfica oficial e sem vistoria. Em trabalho contratado, a análise é refeita com as bases oficiais do estado, a documentação do imóvel e a conferência em campo.

Ferramentas e bases de uso corrente

QGIS e Google Earth Pro; bases do IBGE, da IDE-Sisema e do DataGEO; modelos de elevação Copernicus; rotinas próprias em Python para séries e cruzamentos.

Escopo e entregáveis

Análises espaciais feitas para uma decisão.

Cada análise sai com as premissas, as bases e os limites escritos no próprio mapa.

  1. Análise de restrições ambientais

    APP, declividade, vegetação, áreas protegidas e demais condicionantes espaciais sobrepostas à área.

    Entregável

    Mapa de restrições e quadro de áreas.

  2. Mapas para licenciamento

    Localização, áreas de influência, uso do solo e intervenções, no padrão que o órgão pede.

    Entregável

    Mapas técnicos e arquivos georreferenciados para os estudos.

  3. Alternativas locacionais e análise multicritério

    Comparação de áreas ou traçados por critérios ambientais, fundiários e de engenharia, com pesos explícitos.

    Entregável

    Matriz de alternativas e mapa comparativo.

  4. Inteligência fundiária e territorial

    Imóveis, cadastros e limites lidos em conjunto com as restrições; apoio à seleção de áreas para compensação.

    Entregável

    Mapa de situação fundiária e ambiental da área de interesse.

  5. Análise multitemporal

    Uso e cobertura do solo em série histórica: o que mudou, quando e quanto.

    Entregável

    Mapas por período, série de áreas e laudo de interpretação.

  6. Monitoramento por imagens

    Vegetação, recuperação ambiental e alterações em áreas sob acompanhamento, por índices espectrais e interpretação visual.

    Entregável

    Relatório periódico, com imagens datadas e indicadores.

Como o trabalho é estruturado

Como uma análise espacial é montada.

  1. 01

    Entender

    A pergunta de negócio e a área: o que se quer decidir e em que escala.

  2. 02

    Estruturar

    Bases, datas e critérios escolhidos e declarados antes do processamento.

  3. 03

    Executar

    Processamento em grade única, cruzamento das camadas e conferência com a vistoria.

  4. 04

    Gerir

    Mapa, quadro de áreas e limites da análise entregues juntos, prontos para atualizar.

Experiência comprovada

Mapas que já instruíram estudos e decisões.

  • ART · responsável técnico

    Mapeamento de APP, laudo de meio físico e restrições, laudos de uso do solo, inventário florestal com mapas e plantas georreferenciadas, com ART registrada.

  • H·MARIZ · 2026

    Leitura geoespacial em avaliação preliminar entregue em 2026: hidrografia, APP, relevo, drenagem e microbacias extraídas de modelo de elevação.

  • Experiência executiva

    Estruturação e análise de alternativas territoriais, fundiárias e ambientais para apoiar decisões de implantação, expansão, regularização e compensação.

  • Demonstração · dados públicos

    Demonstração desta página: quatro mapas e os números, gerados por rotina própria a partir de bases abertas.

A experiência de 2009 a 2023 é do engenheiro responsável e está registrada em ART no CREA-MG; os trabalhos de 2026 foram contratados pela H·MARIZ. Contratantes omitidos. Relação de ARTs disponível mediante solicitação.

Continuar

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Henrique Marizhenrique@hmariz.comWhatsApp (31) 99791-8003Belo Horizonte, Minas Gerais